Todos os seres humanos têm um grande objetivo na vida: viver em estado de pleno amor. Talvez poucos o coloquem desta forma, mas o importante é a percepção da possibilidade de viver sem ter de se preocupar com o amor, pelo simples fato de tê-lo em abundância.
Infelizmente, a realidade da maioria é o permanente estado de carência, de miséria afetiva, conjugado com a solidão, com um casamento sem amor e com relações superficiais, sem um envolvimento profundo.
O grande medo do homem moderno é o de amar, que é tão grande quanto o medo de ser amado.
Cada um de nós sabe que amar alguém pode causar a sensação de fragilidade e dependência; a presença do outro torna-se vital, e a possibilidade de ser abandonado, a qualquer momento, fica tão ameaçadora que, em geral, as pessoas optam pela saída mais fácil, que é a de sabotar a possibilidade de viver um grande amor.
Isso cria um enorme dilema para o ser humano: querer viver um grande amor e procurar, o tempo todo, destruí-lo. Certamente, as tentativas de destruição não são feitas de modo deliberado, mas realmente o que conta é o resultado final.
O medo de amar é uma praga, uma erva daninha, que corrompe o coração da maioria das pessoas que vive se queixando de solidão.
Imagine o caso de uma amiga. É uma segunda-feira e você vê, ao longe, no corredor da faculdade, fábrica, escritório ou consultório a sua amiga Sueli. Ela está esplendorosa, radiante. Sua aura brilhante está à mostra, pulsando com todo vigor. Ao aproximar-se, você a cumprimenta com entusiasmo e pergunta o que está acontecendo.
Ela responde que encontrou o homem da sua vida, alguém inteligente, culto, sensível, bonito, que tem uma conversa com muita participação e respeito, um jeito másculo e sensual; fala do olhar meigo e penetrante do parceiro, do seu toque suave, dos seus abraços ( mais gostosos do que mergulho no mar em dia de sol ) e, para completar, diz:
" Não entendo como um homem tão legal ainda não se tenha casado! Agora que o encontrei, tenha a certeza de que vou fazer tudo para dar certo".
Ela se despede e você sai toda feliz, por ver que sua amiga, por fim, encontrou alguém que a motivasse a amar e a viver um grande amor.
Uma ou duas semanas depois, você a encontra outra vez e percebe que ela já não está tão brilhante. Seus passos não são tão firmes e, quando você lhe pergunta: " Como está indo o namoro do ano", ela, friamente, responde: "Está legal".
Você pensa: "Como um namoro com um homem tão sensacional, em menos de duas semanas, pode ficar simplesmente legal?"
Ela continua sua narração, dizendo: "Estamos nos dando conta de um monte de desacertos. Eu acho que ele me tolhe muito; estou me sentindo sufocada, mas vamos levando".
Vocês se despedem e uma série de imagens, de relações com pessoas especiais que você amou e das quais, por sensação de sufocamento, separou-se, começa a aparecer em sua cabeça.
Quando você a encontra, algum tempo mais tarde, ela está visilmente de baixo astral, com a aparência de que algo ruim aconteceu. Antes de você falar qualquer coisa, ela diz: "Não deu certo, nós nos separamos. Foi melhor assim; pelo menos nós nos respeitamos e não nos machucamos".
Sem mais comentários ela se despede de você; cada um vai para seu lado e você continua pensando como pôde acabar, tão rápido, algo que tinha tudo para dar certo.
Será que foi exatamente por que ia dar certo? Será medo de que desse certo?
Será que esse medo de amar existe mesmo?
Esse medo faz com que as pessoas arrumem desculpas e justificativas para explicar as suas inseguranças. Ele é parte da nossa vida. Negá-lo ou sair para as respostas fáceis é o que menos resolve. O melhor, sem dúvida, é estar atento para esse medo, dar um mergulho na própria vida e perceber que, no fundo, não importa quem seja o parceiro quando se está decidido a ficar sozinho, por medo de ser abandonado outra vez.
Certa vez, depois de um caso amoroso mal resolvido, um rapaz muito bem-sucedido nos negócios desabafou: “Meu coração secou e está fechado”. Em todas as ocasiões fazia o maior esforço para parecer seguro, autoconfiante. Estava convencido de que jamais deixaria alguém invadir novamente seu espaço, sua vida. Talvez imaginasse que, destruindo o amor antes mesmo de ele nascer, teria chances de sair “ileso” de qualquer relação. O medo de sofrer novamente por amor era tão grande que inviabilizava uma nova relação. Por medo de sofrer, condenou-se a sofrer todos os dias a dor da solidão.
O melhor, sem dúvida, é estar atento para esse medo, dar um mergulho na própria vida e perceber que, no fundo, quando alguém está decidido a ficar sozinho por medo de ser abandonado outra vez, não consegue mais enxergar o amor e tampouco tem olhos para a pessoa amada.
Texto do Livro:
"Amar pode dar certo"
Roberto T. Shinyashiki
(Editora Gente)
Textos do momento 2013
segunda-feira, 20 de julho de 2015
Hospital do Senhor
Fui ao hospital do Senhor para fazer um check-up de rotina e constatei que estava doente.
Quando Jesus mediu minha pressão, verificou que estava baixa de ternura.
Ao tirar a temperatura, o termômetro registrou 40 graus de egoísmo.
Fiz um eletrocardiograma e diagnosticaram que necessitava de uma ponte de amor, pois minhas artérias estavam bloqueadas por não abastecerem meu coração vazio.
Ortopedicamente, tinha dificuldade para andar lado a lado e por não conseguir abraçar irmãos por ter fraturado o braço; ao tropeçar na vaidade, tinha miopia, constatada por não enxergar além das aparências.
Queixe-me de não poder ouvi-lo. Então, Ele diagnosticou: bloqueio, em decorrência das palavras vazias ditas no dia a dia. Obrigado Senhor, por não ter custado nada a consulta, por sua grande misericórdia.
Prometo, após ser medicado e receber alta do hospital, somente usar homeopatia, que são os remédios que me indicou e estão no receituário do Evangelho de Jesus Cristo.
Vou tomar ao me levantar, chá de obrigado Senhor, ao entrar no trabalho, um suco de bom dia irmão, de hora em hora, um comprimido de paciência com meio copo de humildade e, ao deitar, duas cápsulas de consciência tranqüila.
Assim, tenho certeza, que não ficarei doente e, que todos os dias serão de Natal.
Prometo prolongar este tratamento preventivo por toda a minha vida, para que quando me chamar a morte, seja natural.
Obrigado Senhor, e, perdoe-me por ter tomado o seu tempo.
terça-feira, 18 de junho de 2013
Mulheres em mim
Mulheres em mim...
Procuro-me...
Encontro-me...
Acho-me...
Sou coração, sedução, compaixão
São tantas... tantas e quantas
E como eu quiser ser
São muitas mulheres
Mas quantas mulheres habitam meu ser?
Que segredos cada uma delas esconde de mim?
Desejos contidos, um amor proibido, sentimentos reprimidos?
Tristeza, angústia, medo, ansiedade, mistérios?
Não ou sim???
Elas estão todas aqui...
Enraizadas
Sustentam-me,
Apóiam-me
Ensinam-me,
Criticam-me,
São solidárias, amigas, cúmplices
Misturam-se com calor
Transpiram amor
Transformam a dor
Fogem do horror
Da mentira
Do ciúme
Mastigam palavras
Respiram sentimentos
Dançam ao luar
Fazem de mim
Uma poesia escrita
No tempo
Solta ao vento
E abençoada pelas ondas do mar...
Maribel
Apenas uma mulher
É assim que tu me vês?
Uma guerreira?
Uma mulher forte?
E que suporta todas as dores
Sem chorar, sem sentir dor?
É assim que tu me vês?
Um ser inatingível?
Uma fortaleza?
Uma muralha intransponível?
Uma mulher maravilha?
É assim que tu me vês?
Um ser de outro planeta?
Algo irreal?
Sem medos?
Sem sonhos?
É assim que tu me vês?
Uma figura irreal?
Prosaica?
Caricata?
Desumana?
Se tu me vês guerreira
Sou
Se tu me vês forte
Sou
Mas tu precisas me ver
Frágil
Com dores
Com lágrimas
Com sonhos
Com medo
Não sou apenas como me vês
Sou além daquilo que achas que sou...
Sou apenas uma mulher!
Maribel
segunda-feira, 17 de junho de 2013
DESEJO
Desejo
EU QUERO QUE VOCÊ SEJA FELIZ...
Quero que você preencha seu coração com sentimentos de admiração e que ele esteja repleto de coragem e esperança. Quero que você tenha amizades que sejam um tesouro e um tipo de amor, que seja bonito sempre. Desejo a você satisfação ... do tipo doce, calma e íntima que nos visita e que nunca mais nos deixa.
EU QUERO QUE VOCÊ TENHA sonhos ...
e que todos eles se tornem realidade. Quero que você aproveite ao máximo os momentos da sua vida Quero que você realmente entenda o quão único e raro você é. Quero lembrá-lo de que o sol pode desaparecer por alguns instantes, mas nunca se esquece de brilhar.
QUERO QUE VOCÊ TENHA FÉ ...
Você deve ter sentimentos que são compartilhados com um outro coração, prazeres simples entre este mundo complexo e objetivos maravilhosos que estão ao seu alcance. As palavras que você ouve devem dizer as coisas que precisa ouvir. E deve ter um rosto alegre olhando amorosamente para você quando olhar de relance para o seu espelho.
DESEJO A VOCÊ O VISLUMBRE DE VER SUA BELEZA ...
interior e exterior. Desejo a você doces sonhos. Quero que você tenha tempo quando quiser cantar, dançar e gargalhar. Quero que você seja capaz de melhorar seus bons momentos e que você lide facilmente com seus maus momentos. Quero que você tenha milhões de momentos quando encontrar satisfação nas coisas que você sabe fazer melhor.
DE TODAS AS COISAS QUE DESEJEI...
onde quer que você esteja e o que quer que você faça, nunca haverá um único dia ... no qual não desejarei o melhor ... para você !
Palavras
Às vezes tão
pequenas, ditas por um instante... mas com um significado imenso
que pode mudar o rumo de nossas vidas...
As palavras
têm poder...
Poder de
Plavras
transformar,
Poder de
destruir...
Poder de
encantar,
Poder de
construir sonhos, conquistar...
Poder de
iludir,
Poder de
consolar,
Poder de
entristecer e poder de alegrar...
Poder de
apaixonar...
Palavras
poderosas...que
surtem efeito e ficam na lembrança, principalmente
daquelas pessoas que as recebem...
Uma palavra
dita, jamais será esquecida, jamais voltará...isso é
fato.
Cuidemos,
para
que nossas palavras, quando ditas, sejam as mais belas
sinfonias nos ouvidos das pessoas que amamos...e que elas tenham o
poder de sempre fazer alguém feliz!
quinta-feira, 13 de junho de 2013
DCD
Duvide de tudo aquilo que controla sua emoção e conspira contra sua vida. Critique cada pensamento negativo. Critique a passividade do "eu". Critique seu conformismo e reflita sobre as causas de seus conflitos. Determine ser alegre, seguro, feliz. Dê um choque de lucidez em sua emoção, arquive novas experiências! Seja autor e não vítima de sua história.
Augusto Cury
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